quinta-feira, 28 de junho de 2012

Quando dei por mim,





Não questiono quando você chegou, ou como você me encantou, se eu só me lembro do teu sorriso.
Quando dei por mim, já estava no seu abraço, 
apaixonada pela sua voz e dependente do teu olhar.
Da  forma mais leve a tua presença fez-se graça, e me preencheu.
Agora, os dias passam diferentes, sonhar tem outro sentido, e a vida tem outra cor.. 







quarta-feira, 13 de junho de 2012

Silêncio.

E antes que eu piscasse o olho, você veio.
Antes que eu falasse, você compreendeu,
e sem que eu precisasse de qualquer outra coisa, você me calou.

domingo, 27 de maio de 2012

Essa falta.

                                                                                     
É esse aperto que me alcança.
Essa sensação estranha, talvez uma ausência, 
ausência da voz, do abraço, do olhar.
Uma falta recente.
Um tempo logicamente insuficiente para notar a diferença.
A agonia da espera, a ansiedade da chegada e a alegria do encontro.
Situações tão diferentes, num misto de alegria e impaciência.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Música, sensações e mocinhas.


De repente a luz, de repente o sorriso, de repente a cor.

De repente uma invasão de delicadeza e graciosidade, me carregam.
De repente , me vi aos poucos capturada por música, cores, e brilho.
Mesmo sempre fugindo dessas músicas doces, essas cores alegres e essas sensações estranhas, 
em um vacilo, me deixei levar por tudo isso que sempre ouvi nas histórias.
Agora é como se a história me prendesse a cada página, como se eu escolhesse o rumo da mocinha, e como se a mocinha bem parecesse comigo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Olhares.


Uma resposta de conversas sem palavras.
Reflexo de desejos mútuos.
Confirmação simultânea,
 de suposições disfarçadas e escancaradas ao mesmo tempo.
Melhor maneira de declarar-se calado, 
de pedir sem perguntas e assentir sem respostas.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Orgulho.

Aquela carência, aquela ausência.
Uma vontade de soltar essa vontade disfarçada pela minha vaidade.
Talvez, minha insegurança venha da comum falta de decência a minha volta.
Por causa dele, nem mesmo sussurro pedindo companhia , um abraço sequer. 
Aqui dentro ainda tem algo que desconfia, que observa bem o plano, antes de pisar realmente.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Possessão.

De fato, nada me pertence.


Nada pertence a dono algum. 

Porém, se antes de te pertencer te arrancam, 
vontade nenhuma, energia ou real desejo terás para prosseguir.
Birra, criancice, possessão involuntária que nasce do sentir.